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Escola Berço de Belém, 16 de outubro de 2019

Nosso Padroeiro

O menino Jesus, o messias esperado, ... É o padroeiro de nossa Escola. Veio nos ensina que é pela simplicidade, pela vida humana que somos chamados a viver no amor, na solidariedade, na justiça, na alegria e nunca sem perder a esperança.

O menino Jesus, o messias esperado, ... É o padroeiro de nossa Escola. Veio nos ensina que é pela simplicidade, pela vida humana que somos chamados a viver no amor, na solidariedade, na justiça, na alegria e nunca sem perder a esperança de uma sociedade melhor e mais fraterna.

“Certo dia, Jesus estava rezando num lugar retirado, e os discípulos estavam com ele. Então Jesus perguntou-lhes: “Que dizem o povo que eu sou?” Eles responderam: Uns dizem que és João Batista; outros que és Elias; mas outros acham que és algum dos profeta que ressuscitou” Mas Jesus perguntou: “E vós quem dizeis que eu sou? Pedro respondeu: “O Cristo de Deus” (Lucas 9,18-24).

Cristo é a tradução grega do aramaico Mashiah, Messias, que significa “ungido”, “consagrado”. Na Bíblia, as pessoas escolhidas para seram reis, sacerdotes e profetas recebiam a investidura mediante o sinal de um óleo perfumado derramado sobre suas cabeças. Sempre mais claramente, porém, a Bíblia fala de um “Ungido” especial que aparecerá no final dos tempos para instaurar o reino

de Deus sobre a terra. É portanto um momento fatídico aquele em que , pela primeira vez alguém reconhece que Jesus, o filho do carpinteiro de Nazaré, é ele o Messias esperado há séculos.

Jesus até ficou admirado com a resposta de Pedro e ordenou aos apóstolos de não referir isso a ninguém. Assim fala para não desanimar a ninguém, fora dos apóstolos, que esperassem um Messias cheio de poderes temporais. E acrescenta:“O Filho do Homem deve sofrer muito, ser rejeitado pelos anciãos, pelos sumos sacerdotes e doutores da Lei, deve ser morto e ressuscitar no terceiro dia”.

Assim explicando Jesus não desmente os profetas; apenas desmente o povo que deseja um Messias que sacuda o jugo do império romano. Jesus associa a figura do Messias à do servo sofredor de Isaias, o Messias é alguém que dá a vida em resgate pelos outros, que vence com humildade, mansidão e amor.

A história recente nos ajuda a compreender quanto uma idéia deformada do Messias, destacada de suas autênticas raízes evangélicas, resiste a desaparecer e quanto mal possa fazer. Nos últimos séculos houve uma sequência de messianismos de tipo político e étnico.

O messianismo é uma crença em um movimento revolucionário do futuro. Assim foi o comunismo crendo que o operariado abateria a burguesia, para instaurar um reino de igualdade e de justiça. Assim foi o nazismo que acreditou que Hitler devia guiar a raça ariana “eleita” para dominar sobre todos.

A própria ciência pode dar lugar a um messianismo quando promete um tempo em que, sozinha, dará resposta a todos os problemas do homem. Até a literatura e os espetáculos levam as crianças e os adolescentes a um mundo com super-homens. A violência é o ingrediente de fundo que não falta jamais.

Mas Jesus não é um super-homem com uma arma secreta mais poderosa do que a dos adversários que poderá usar no último momento. A força de Jesus reside no interior da sua pessoa e não na arma em que se apoia. A Jesus basta um olhar e uma palavra para fazer cair por terra diante de si os seus inimigos, como quando procurávam-no para prendê-lo, disse: “Sou eu” e eles retrocederam e caíram por terra (cf. Jo 18, 7).

Quem não desejaria uma força como essa? E o que é o mais importante: a vitória de Jesus não consiste em anular os inimigos ou ridicularizá-los, mas em os mudar e torná-los bons.

O conhecimento de Cristo pode constituir um antídoto precioso à idealização da força a que se submetem os adolescentes. O conhecimento de Jesus os ajuda a compreender que existe um outro tipo de força muito mais raro e digno de admiração. Existe a força imprevisível do amor que vem de Deus.

O apóstolo Paulo afirma que Jesus fez todos nós indistintamente filhos de Deus. Ninguém deve sentir-se superior ou inferior porque é branco ou negro, homem ou mulher porque é de uma classe superior ou inferior.

Graças a Cristo Jesus, tornamo-nos “uma só coisa”. A fé nele nos ajuda a realizar a solidariedade entre os homens, a amizade entre os povos. O respeito recíproco faz da humanidade uma só família.

 
   
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